quinta-feira, 29/10/2026

Amiga de mulher que denuncia Russell Brand relata episódios de violência do ator

O julgamento de Russell Brand, que se desenrola no Tribunal da Coroa de Southwark, em Londres, continua a revelar detalhes perturbadores sobre as alegações de crimes sexuais envolvendo o ator e comediante britânico. Na…

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O julgamento de Russell Brand, que se desenrola no Tribunal da Coroa de Southwark, em Londres, continua a revelar detalhes perturbadores sobre as alegações de crimes sexuais envolvendo o ator e comediante britânico. Na última quinta-feira, 22 de outubro, testemunhas foram ouvidas em apoio a uma das denunciantes, que alega ter sido estuprada por Brand após um show de comédia em 2009.

Brand é acusado de cometer atos de violência sexual contra seis mulheres entre 1999 e 2009, mas tem se mantido firme em sua negação das acusações, que incluem estupro e agressão sexual. Durante o nono dia do processo, uma série de nove testemunhas apresentou relatos que corroboram a experiência da denunciante. Elas relataram conversas com a mulher nos dias e meses seguintes ao suposto ataque, o que pode ter um impacto significativo na percepção do júri.

Uma das testemunhas descreveu um incidente em que Brand teria enviado um carro para buscar a amiga da denunciante, levando-a à sua residência. A mulher afirmou que a amiga lhe contou que Brand foi “muito violento” e a forçou a realizar sexo anal, mesmo após ela ter repetidamente se recusado. As consequências físicas e emocionais desse encontro foram devastadoras, com a denunciante relatando dor intensa e dificuldades para se sentar.

Outro testemunho apontou que, após o ato, Brand teria demonstrado frieza, dizendo à mulher que ela “se sujou” e precisava “limpar a bagunça”. Essas declarações pintam um quadro preocupante sobre o comportamento do ator, gerando mais pressão sobre sua defesa e aumentando o escrutínio público em torno de suas ações passadas. A continuidade desse julgamento promete trazer à tona mais detalhes sobre os supostos crimes e a cultura que frequentemente protege figuras públicas de responsabilidade.