A recente polêmica envolvendo Thomas Markle, pai da duquesa de Sussex, Meghan Markle, ganha novos contornos com o pedido da Polícia Metropolitana de Londres para que a polícia de assuntos internos investigue uma carta de 2019 que continha acusações contra o patriarca. O documento, que não foi encaminhado às autoridades judiciais na época, levanta questões sobre a segurança da duquesa e suas preocupações em relação ao pai.
A confirmação de que a polícia das Filipinas encontrou uma “quantidade significativa de material de pornografia infantil” na antiga residência de Thomas Markle adiciona gravidade à situação. O ministro do Interior filipino revelou os detalhes, que deixaram Meghan profundamente abalada. Em suas declarações, ela mencionou que tomou conhecimento da carta que continha “acusações inquietantes e preocupantes” sobre seu pai.
O comandante de polícia Adam Slonecki esclareceu que, apesar de o autor da carta expressar preocupações sobre a segurança de Meghan, o conteúdo não abordava diretamente questões de segurança, mas sim alegações de crimes supostamente cometidos fora do Reino Unido. Ele também informou que a Polícia Metropolitana se comprometeu a contatar as autoridades internacionais relevantes em relação às alegações.
Enquanto isso, uma fonte próxima ao caso confirmou que Thomas Markle não está sob investigação pela polícia londrina, o que gera ainda mais questionamentos sobre a condução da investigação inicial. Meghan, por sua vez, deixou claro que, devido a essas acusações, decidiu que seu pai não teria contato com seus filhos.
Thomas Markle, com 82 anos, refutou as acusações, chamando-as de “um monte de mentiras”, mas a situação continua a impactar sua relação com Meghan, que se encontra em uma posição cada vez mais delicada em meio a esses desdobramentos.



